Crítica – Lightyear

Estreia nessa quinta-feira nos cinemas brasileiros a animação Lightyear, da Disney e Pixar. O longa traz a história do astronauta Buzz Lightyear, o qual fomos apresentados no universo de Toy Story, como um boneco. Aqui temos a versão real do personagem que embarca numa aventura em outro planeta.

Muitas vezes às expectativas podem atrapalhar bastante uma experiência dentro da sala de cinema. Se você pensar no universo de Toy Story, mais Disney, mais Pixar, com certeza a expectativa é altíssima para a animação. Além disso, os teasers e trailer de Lightyear foram entregues de maneira épica e prometiam uma beleza e uma história que fizesse jus ao boneco do herói espacial que conhecemos em Toy Story.

Bem, infelizmente algumas vezes as expectativas não condizem com a realidade nas telas. E a grande verdade aqui é simples: Se o nosso protagonista tivesse outro nome, com outra cara e outro uniforme espacial, a história e seus componentes permaneceriam os mesmos. O filme se limita a usar o nome do Buzz Lightyear e entrega uma aventura que é “apenas” divertida. Ficando muito abaixo dos padrões Disney/Pixar.

Apesar do carisma dos personagens, a história é como um todo vazia e preguiçosa. O roteiro tem alguns pontos interessantes mas que são mal trabalhados e poucos desenvolvidos. A produção poderia ter sido uma jornada épica contando a vida de um homem que virou lenda e foi homenageado através de um brinquedo que marcou gerações. Infelizmente, não é isso que temos aqui.

Nota do CinEsportes – ⭐⭐